Um fim de semana em Zurique – parte 1

Zurique é uma delícia. Essa é a frase que resume o final de semana espetacular que passei por lá.

Eu adoro a cidade dos velhinhos (Basel – onde eu moro), mas não teve jeito… Essa “metrópole suíca” conquistou meu coração. Assim como os outros cantões (estados), Zurique é organizada, tranquila e com uma arquitetura medieval encantadora. Uma diferença, porém, é notável: Zurique tem mais “vida”, mais ritmo.

Nosso fim de semana começou no trem. A viagem durou cerca de 1h de Basel até a estação Zurich HB (hauptbahnhof = estacao principal). Fizemos baldeação na própria estação e pegamos outro trem que parava bem pertinho do hotel. Se tiver alguma dúvida, vá até o balcão de informação na própria estacão central. A moça era uma fofa e nos orientou direitinho como chegar ao hotel. O hotel, por sinal, foi um dos grandes acertos dessa viagem.

Pois bem, check in feito, malas no hotel. Bora conhecer a cidade. Logo ao lado, o Lago de Zurique com seus habitantes simpáticos.

Por lá comemos o hot dog mais caro da vida! 2 cocas + 2 “dogão” = 25 francos. E olha que o cachorro-quente era pão e salsicha, bem ao estilo alemão. O preço salgado deve ser pra pagar o salário do moço do dogão, que falava inglês melhor que eu. Bem-vindo a Zurique ($$$).

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Devidamente alimentados, começamos o city tour sugerido pelo aplicativo “ninja” que baixamos no celular. A primeira parada foi na Paradeplatz, onde estão as sedes dos maiores bancos suíços e a mais famosa confeitaria do país, Sprüngli. Não resisti e saí de lá com uma caixinha de deliciosos Luxemburguelis (o nome próprio que eles deram para seus apetitosos macarons)

De lá partimos em direcão à luxuosa Bahnhofstrasse (= rua da estação). Essa larga avenida conecta o lago de Zurique à estação ferroviária da cidade, mas sua atração principal são as grifes e hotéis de luxo espalhados por ela. Não sei porque, mas o marido acelerou o passo quando passamos por lá (rs).

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No sentido horário: 1 – Paradeplatz / 2 – Confeitaria Sprungli / 3 – Bahnhofstrasse / 4 – Sprungli

A próxima parada foi em Schipfe, um dos bairros mais antigos da cidade e que hoje abriga artesãos e suas lojinhas lindíssimas. Um lugar pitoresco onde você encontra peças de artesanato super originais. Fiquei encantada.

Subindo um pouco mais as ruas de Schipfe, chegamos a Lindenhof. Trata-se de um pequeno espaço (quase uma praça), com um mirante para o Rio Limat e boa parte da cidade. Lá também os suíços se divertem jogando xadrez no chão (esses jogos de tabuleiro na rua são muito comuns por aqui).

Depois de curtir o visual da cidade, fomos em direção a St. Peter’s Church. É a igreja mais antiga de Zurique e lá no alto o maior relógio da Europa, com quase 9 metros de diâmetro.

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No sentido horário: 1 e 2 – Schipfe / 3 – Lindenhof / 4 – mirante do rio Limat em Lindenhof / 5 – ruazinha simpática na subida para Lindenhof / 6 – St. Peter’s church

Uma passada rápida na Augustinergasse e suas casinhas coloridas antes de cruzar a ponte e conhecer uma das áreas mais interessantes da cidade: Niederdof. São várias ruas do centro antigo de Zurique onde concentram-se bares, restaurantes e lojinhas super charmosas. A gente até pensou em parar para tomar uma cerveja por ali, mas já estavamos cansados e a ideia era sair a noite pra jantar. Na volta para o hotel, uma parada para fotos na Operahaus (= Casa de Ópera).

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1 – Augustinergasse / 2 – Niederdof / 3 – Operahaus

O jantar de sábado e o passeio de domingo pelas áreas verdes de Zurique ficam para um próximo post.

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