Panamá além do canal – Roteiro e dicas

Canal do Panamá: obra de engenharia incluída entre as 7 maravilhas do mundo moderno

Canal do Panamá: obra de engenharia incluída entre as 7 maravilhas do mundo moderno

Como contei no post anterior, o Panamá entrou na minha wishlist quando assisti no vídeo de propaganda da cia aérea Copa AirLines que passa no avião, imagens de lugares incríveis de mar azul no Panamá. Gostei de mais de visitar o país na Cidade do Panamá e no arquipélago Bocas del Toro, no litoral caribenho do norte do país. Fiquei 5 dias no país, com o roteiro dividido assim: Dias 1 a 3 – Cidade do Panamá (3 dias foi muito, 2 dias são suficientes) Dias 4 e 5 – Bocas del Toro Dia 6 – Viajando de Bocas del Toro para San José, na Costa Rica Informações úteis

  • Clima: Faz sol e calor o ano inteiro, com temperaturas médias entre 24 e 29°C. A estação seca é de janeiro a maio, e no restante do ano costuma chover bastante mas com curta duração. Leve roupas leves.
  • Moeda local e câmbio: A moeda é o dólar americano, que é equivalente a moeda nativa, o Balboa Panamenho. Só circulam notas de dólar, não há notas de Balboa, apenas moedas que podem ser recebidas como troco. Você pode trazer dólar trocado do Brasil ou sacar nos caixas eletrônicos. Cartões de crédito são amplamente aceitos.
  • Compras: o Panamá é um destino de compras de muita gente. Vi eletrônicos e material de fotografia com preços bem mais em conta que no Brasil, mas não chegam ao preço dos EUA. Mas… viajei com o dólar bem alto, passando dos R$3, então não achei nada que realmente valesse enfiar o pé na jaca.
  • Segurança😮 Panamá é considerado o país mais seguro da América Central, e bem mais seguro do que o Brasil. Não li nada sobre nenhuma situação desagradável. Mas é sempre bom tomar cuidados, mantendo seu dinheiro em local seguro, não andar com muito dinheiro e jóias, evitar andar a noite em locais sem movimento, essas coisas de sempre. 😉
  • Língua oficial: espanhol. Lá se entende bem o inglês na maioria dos pontos turísticos. O portunhol pode não ser suficiente, então é bom aprender palavras e termos mais essenciais para o turista se comunicar em espanhol.
  • Tomadas: 2 pinos chatos.
  • Quando ir: Se for aproveitar praias, melhor ir na estação seca (entre janeiro e maio) e evitar outubro e novembro, quando mais chove. Se for fazer compras, o clima afeta menos, já que vai estar dentro dos shoppings. Os furacões do Caribe não chegam na Costa da América Central, fique tranquilo.
Tempo bom, céu azul e calor no Panamá. Passeando pela Causeway Amador

Tempo bom, céu azul e calor no Panamá. Passeando pela Causeway Amador

  • Lembrancinhas: O que levar de presente? Chapéu do Panamá (que não fabricado no Panamá, mas no Equador), lembrancinhas do canal do Panamá vendidas na lojinha da eclusa de Miraflores.
  • Dicas: as estradas do país (e da Costa Rica também) são melhores pela costa Pacífica (Rota 1). Para se aventurar pela costa Caribenha, principalmente se tiver que passar pela Cordilheira Central, eu preferi pegar avião.

Outros destinos no Panamá me atraíram e cheguei a pesquisar sobre eles. Mas com o tempo que tínhamos para dividir com Costa Rica, preferi ficar só na Cidade do Panamá e Bocas mesmo. Mas vou deixar aqui alguns comentários sobre as outras cidades:

San Blas – arquipélago no litoral sul caribenho do Panamá, administrado por índios Kuna Yala. Achei que o transporte até lá (4×4 + barco) seria muito demorado, com estrada ruim, perdendo muitas horas. Li que os Kuna Yala são difíceis de se lidar, e achei as opções de hospedagem bem ruins pelo preço cobrado (sem banheiro privativo, sem luz, sem alvenaria, sem porta = segurança). Achei perrengue e furada! Realmente cortei da lista. Mas vale ler outras opiniões: do blog Do Panama pro Mundo, do blog Boa Viagem (aqui e aqui), do blog Colagem (que teve coragem de ir com crianças), e do blog 1000 Dias.

Vem e explore Boquete já. Aceita ou não o convite? rsrs

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Boquete – sim, há uma cidade com esse nome no Panamá! Fica no norte do país, na região central, que é montanhosa devido a Cordilheira Central. As atrações da cidade são os rios e corredeiras, um cânion no povoado de Gualaca, poços de águas termais do Rio Caldeira, o vulcão inativo Barú e, lógico, as placas da cidade. Deu vontade de ir, mas já veríamos as águas termais em La Fortuna na Costa Rica, então preferimos encurtar o tempo no Panamá. Ficou para uma próxima. Mas seguem relatos legais: do blog 1000 Dias, do blog Do Panamá pro Mundo, e do blog 111 dias pela América Latina.

No próximo post eu conto sobre a chegada ao Panamá e o aeroporto de Tucumen. Siga o PGM e acompanhe nossa viagem! 😉

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